sábado, 18 de outubro de 2008

Anyone else but you


Conversando com uma amiga ontem madrugada afora, descobri o maior dos clichês: com quase trinta anos não quero mais amores relâmpagos, casos, transas casuais. Eu quero o que no fundo todos querem - estar apaixonada e que isso seja recíproco. Just it.

E quando assisti tardiamente o filme, "Juno" hoje, eu tive a certeza disso com aquele final bonitinho e aquela música fofa rolando de fundo:

You're part time lover
And a full time friend
The monkey on the back
Is the latest trend
Don't see what
Anyone can see
In anyone else
But you
Here is a church
And here is a steeple
We sure are cute
For two ugly people
Don't see what
Anyone can see
In anyone else
But you
We both have
Shiny happy fits
Of rage
I want more fans
You want more stage
Don't see
What anyone can see
In anyone else
But you
I'm always tryin
'To keep it real
Now i'm in love
With how you feel
I don't see
What anyone can see
In anyone else
But you
I kiss you
On the brain
In the shadow
Of the train
I kiss you
All starry eyed
My body swings
From side to side
I don't see
What anyone can see
In anyone else
But you
The pebbles forgive me
The trees forgive me
So why can't
You forgive me?
I don't see
What anyone can see
In anyone else
But you.

"Você é parte do tempo amante e um(a) amigo(a) em tempo integral,
O seu vício é a última moda,
Não vejo o que qualquer um pode ver,
Em mais ninguém,
Além de você". (Anyone Else but You)

3 comentários:

valentina_costa disse...

É sempre um prazer conversar com você sobre tudo, estar em sua companhia.
É sempre um dos meus momentos preferidos! Beijo enorme de grande.

nina.harvey disse...

eu realmente não sei como alguém pode ver qualquer coisa em mais ninguém além de você.
você sempre foi em parte do meu tempo, minha amante e em todos os momentos minha amiga e eu não canso de dizer que eu te amo.

Helena disse...

"Assim que vi você
logo vi que ia dar coisa
coisa feita para durar,
batendo duro no peito
até eu acabar virando
alguma coisa
parecida com você
parecia ter saído
de alguma lembrança antiga
que eu nunca tinha vivido,
mas ia viver um dia
alguma coisa perdida
que eu nunca tinha tido
alguma voz amiga
esquecida no meu ouvido
agora não tem mais jeito,
carrego você no peito
poema na camiseta
com a tua assinatura
já nem sei se é você mesma
ou se sou eu que virei alguma coisa tua". ALICE RUIZ.