terça-feira, 28 de outubro de 2008

E eu continuaria como?

Enquanto leio durante a madrugada, imagens reais e inventadas transitam entre os mil pensamentos, sensações e percepções entre minha cabeça e meu corpo, ou os dois ao mesmo tempo.
Não é muito fácil, embora algumas passagens possam ser prazerosas, ler sobre distúrbios do sono quando você é insone. Irônico. Mas a vida é uma eterna ironia - na maioria das vezes, ironia com pitada de humor negro (e não, eu não acho isso de mau gosto).
Mas ainda há versos bonitos, imagino-os bonitos, mas não sei se além de mim que escrevo, alguém mais entenda.
Versos sobre crenças e valores e beleza e afinidade e confiança e amor e palavras soltas que de fato não conhecemos significados objetivos (a não ser se procurarmos no dicionário e obtivermos respostas frias).
O verso começaria com algo do tipo: O amor no dia - se ele chegar - em que você receber afeição verdadeira, não haverá oposição entre o isolamento interior e a amizade, muito pelo contrário. É justamente, por esse sinal, infalível que você vai reconhecê-lo.
E continuaria nesta mesma linha de pensamento que eu interrompo agora, porque não sei mais continuar...

4 comentários:

valentina_costa disse...

Gostei do verso. E acho que você deveria tentar continuar.
Beijos Ma querida

nina.harvey disse...

'se ele chegar'?
no fundo você virou uma pessoa fria. cadê aquela pessoa que não desistia e lutava pelas pessoas e coisas que acreditava?
de agora em diante vai ser uma coisa tipo 'why do i wish i never played,what a mess we made
and now the final frame
love is a losing game'?

Mara disse...

Nina,

não entendi patavina do que vc escreveu.
Mas obrigada pelo trecho da música, adoro mas não incorporo nada disso.

E fria? Não sei, talvez cansada, algumas pessoas me deixaram cansada durante a vida...

nina.harvey disse...

desculpe. páro por aqui nesse tipo de comentário. beijos inteiros.